Real JoBelo

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Voltou (bem) pior

In Brasileirão 2010, SPFC on 18 de julho de 2010 at 15:53

9ª rodada – Vitória 3×2 São Paulo

Foto: Fernando Amorim/AE

Tricolor volta a jogar mal e perde novamente. Leão quebra jejum de nove anos sem vitórias sobre os paulistas.

O que o são-paulino mais temia parece realmente ter acontecido. O embalado Tricolor, que apresentou bom futebol a partir das quartas de final da Libertadores, quando destroçou o Cruzeiro, parece ter sofrido com a parada para a Copa do Mundo.

Após um mês dividido entre descanso e treinos, a equipe de Ricardo Gomes perdeu completamente o rumo: está sem padrão tática, com dificuldades na criação e problemas incompreensíveis na ótima defesa, que estava bem acertada antes do recesso, com o agora criticado Richarlyson improvisado por ali.

A única mudança do time que perdeu para Avaí e Vitória é a entrada de Jean na lateral direita, ocupando a vaga deixada por Cicinho. Todos sabem que o nível não foi mantido, já que o volante tem dificuldades pelo setor, mas o problema são-paulino depois da Copa está longe de ser só esse.

Na outra lateral, Júnior César fez duas partidas ruins, no ataque e na defesa. O trio de zagueiros não se encontra e o ataque só tem conseguido engrenar nos minutos finais da partida. Até o capitão Rogério Ceni parece estar sentindo os efeitos das férias.

Contra o Vitória, ficou parado no primeiro gol, anotado por Elkeson logo no começo do jogo; na cabeçada de Schwenck, logo aos dois do segundo tempo, poderia ter ido com mais firmeza; e no gol de Ramon (que completou 200 jogos pelo clube baiano) deixou o canto aberto e facilitou a vida do meio-campista.

O São Paulo teve dois bons momentos na partida e foi exatamente quando conseguiu marcar seus gols. No fim do primeiro tempo, a equipe povoou o campo de ataque e, apesar de não criar chances muito agudas, conseguiu empatar com um gol de Jean, de fora da área. Da metade do segundo tempo em diante, o time finalmente apresentou um bom volume de jogo, marcou um gol de cabeça com Fernandão e poderia até ter empatado.

As entradas de Cléber Santana e Fernandinho nos lugares de Marlos e Dagoberto melhoraram a equipe, mas os gols perdidos prejudicaram. O mais impressionante foi desperdiçado por Fernandão, após jogada de Fernandinho pela esquerda. Ele finalizou para fora, na pequena área, pouco antes de ser substituído por Washington.

Resumo da ópera: o Vitória quebrou um tabu de nove anos sem vencer o São Paulo, que precisa juntar os cacos e reencontrar o padrão de jogo para ter chances de passar pelo Inter, na Libertadores. Só a tradição e o Morumbi não parecem ser suficientes para mudarem esse cenário na competição continental.

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Malucos

In Brasileirão 2010, SPFC on 17 de julho de 2010 at 4:14

8ª rodada – São Paulo 1×2 Avaí

Foto: Rubens Chiri/Site Oficial do SPFC

No aniversário do Tri, São Paulo perde em noite infeliz de Ricardo Gomes e do árbitro.

Um dos quatro melhores times da América voltou de ressaca ao Campeonato Brasileiro. O Tricolor foi derrotado pelo Avaí no primeiro dos quatro confrontos que antecedem os jogos com o Internacional, pelas semifinais da competição continental.

Por falar em competição continental, o dia 14 de julho é muito especial para os torcedores tricolores. Nesta data, há cinco anos, o clube conquistava seu terceiro título da Libertadores, numa vitória épica sobre o Atlético-PR, por 4×0, no Morumbi lotado.

O Tricolor foi escalado por Paulo Autori com Rogério Ceni; Fabão, Lugano e Alex; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior; Amoroso e Luizão. O contestado Diego Tardelli, que hoje brilha no Atlético-MG, entrou durante a partida e marcou o último gol. Os outros foram de Amoroso, Fabão e Luizão, nesta ordem.

No banco atleticano estava Antônio Lopes, único dos personagens daquela noite de quinta-feira, ao lado de Rogério Ceni, a estar no Morumbi no 14 de julho de 2010. Em sua estreia pela equipe catarinense, o delegado levou os torcedores à loucura. Aliás, “loucura” foi o que não faltou nesta partida.

Para começar, a escalação de Jean como lateral direito é uma loucura. Com a saída de Cicinho e a dispensa de Adrián González, não restam opções à comissão técnica, mas o ótimo volante são-paulino é muito limitado atuando pelo lado do campo.

Mesmo com essa deficiência, o São Paulo não era ameaçado pelo oponente até a saída de Rodrigo Souto para a entrada de Cléber Santana. Richarlyson, que jogava como zagueiro, passou para o meio-campo e poucos minutos se passaram até o que o Avaí estivesse com dois gols de vantagem no placar, gols de Roberto e Vandinho.

Aos poucos, o Sampa se acertou e conseguiu diminuir com Hernanes, numa bomba de perna esquerda. Pouco depois, o camisa 10 quase marcou o segundo. Como prêmio pela boa atuação, foi descansar mais cedo e deu lugar a Washington.

Como assim, Ricardo Gomes? Tirar o principal armador do time, que vinha jogando bem e, como ele mesmo falou, não estava cansado ou contundido, é uma loucura, professor!

Outro maluco é o árbitro Francisco Carlos Nascimento, que marcou falta fora da área num lance em que Dagoberto foi claramente derrubado dentro dela. Na cobrança, Rogério Ceni levantou a galera, mas preferiu fazer um cruzamento a tentar o gol. Outra maluquisse!

Em noite incomum, o São Paulo teve mais erros do que acertos. De bom, ficam os 20 minutos finais. De resto, Ricardo Gomes deve encontrar dificuldades para corrigir em 13 dias o que não conseguiu em 30.

ATUAÇÕES

Aprovados: Marlos e, principalmente, Hernanes. Não dá para entender a saída do camisa 10.

Reprovados: Jean não foi bem no lugar de Cicinho e Ricardo Gomes foi infeliz nas substituições.

Graças aos craques

In Brasileirão 2010, Palmeiras, SPFC on 29 de maio de 2010 at 22:49

4ª rodada – São Paulo 1×0 Palmeiras

Foto: Miguel Schincariol/Lance!

Fernandão marca, Rogério pega pênalti e o São Paulo vence o primeiro clássico em 2010.

Embalado, o São Paulo buscava sua primeira vitória em clássicos na temporada. Desfigurado, o Verdão de Jorge Parraga tentava manter o bom aproveitamento no Brasileirão.

No fim das contas, com brilho dos dois maiores diferenciais, o Tricolor conseguiu uma vitória magrinha, mas muito importante. Não apenas por ter sido a primeira diante de um grande rival, mas pela manutenção do ótimo momento vivido pelo time desde a chegada de Fernandão.

O camisa 15, por sinal, foi responsável por estufar as redes, aos 9 minutos da etapa complementar. Após jogada de Fernandinho, que substituiu o machucado Marlos ainda no primeiro tempo, Fernandão esticou o pé e abriu o placar.

Com poucas opções, o Palmeiras pouco conseguiu ameaçar a sólida defesa tricolor. A entrada de Souza na vaga de Cleiton Xavier, outro que sentiu dores no primeiro tempo, dificultou ainda mais a vida de Jorge Parraga.

As apostas nos garotos Vinícius e Gabriel Silva, titulares, não surtiram muito efeito. O atacante até vinha fazendo uma boa partida, mas acabou subtituído por Ivo, aos 22.

Depois dos 30, Paulo Henrique substituiu Souza e o Palmeiras partiu para o “tudo ou nada”. Mesmo sem um grande padrão, o time conseguiu criar duas boas chances.

Na primeira, Ivo recebeu na área, mas foi desarmado na bola por Cicinho. Há quem diga que o lateral são-paulino cometeu pênalti, mas o árbitro Marcelo Aparecido de Souza mandou seguir.

Pouco depois, aos 42, novo encontro entre Ivo e Cicinho, novamente sem falta. Não na visão do juizão, que marcou pênalti e deu amarelo ao lateral, que seria expulso no finzinho.

Na cobrança, o pesadelo recente dos palmeirenses reapareceu graças ao antigo ídolo dos são-paulinos. Ewerthon cobrou com força, mas Rogério Ceni saltou para o seu canto esquerdo e fez uma linda defesa, de mão trocada.

Em seguida, Richarlyson virou para o árbitro e desabafou, como se dissesse: ‘Invente quantos pênaltis quiser!’. O camisa 20 acabou advertido com cartão amarelo e está suspenso para a rodada do fim de semana.

Desanimado, o Verdão não conseguiu aproveitar o pouco tempo que restava.

Ao São Paulo, resta manter a pegada. Ao Palmeiras, correr atrás de reforços.

ATUAÇÕES – SÃO PAULO

01 Rogério Ceni Algumas defesas seguras e mais um pênalti defendido. Decisivo! NOTA DEZ

3 Alex Silva Como de costume, comandou a defesa em mais uma partida sem sofrer gols. NOTA 8,5

13 Xandão Seguro, não deixou o time sentir falta de Miranda. Ótima opção. NOTA 8,0

20 Richarlyson Outra atuação sem sustos. Não foi bem quando tentou se lançar ao ataque. NOTA 6,5

23 Cicinho Ainda está devendo. Continua tímido no apoio. O pênalti é duvidoso e a espulsão, consequentemente, é discutível. NOTA 5,5

2 Jean Menos tranquilo que Rodrigo Souto, errou alguns lances fáceis. NOTA 5,5

10 Hernanes Não manteve a média das últimas partidas e fez partida discreta. NOTA 5,5

16 Marlos Sofreu falta dura e saiu com dores no primeiro tempo. SEM NOTA

6 Júnior César Duelo equilibrado com Victor. Deu bom cruzamento para Fernandão, mas apareceu pouco. NOTA 5,5

25 Dagoberto Alguns bons lances, mas nada muito efetivo. NOTA 5,5

15 Fernandão Apareceu pouco até mostrar oportunismo e marcar o gol da vitória. NOTA 7,5

12 Fernandinho Fez ótima jogada no lance do gol, mas continua devendo inteligência em alguns lances. NOTA 6,0

7 Jorge Wagner Entrou para compor o meio-campo e dificultar uma possível pressão palmeirense. NOTA 5,0

Ricardo Gomes Manteve a equipe ideal e contou com a segurança defesa, além do brilho de Ceni e Fernandão, para vencer o primeiro clássico do ano. Boa aposta em Fernandinho na vaga de Marlos. NOTA 7,5

Ensaio

In Brasileirão 2010, SPFC on 26 de maio de 2010 at 1:23

3ª rodada – Internacional 0x2 São Paulo

Em Porto Alegre, Tricolor bate time misto do Inter na ‘prévia’ da semifinal da Libertadores.

O Inter que entrou em campo para enfrentar o São Paulo não é o mesmo que disputará uma vaga na decisão da Libertadores com o clube paulista.

Sem Nei, D’Alessandro, Andrezinho e Alecsandro (os três últimos entraram no segundo tempo), os gaúchos apostavam suas fichas no voluntarioso Everton e no promissor Walter para tentar pressionar a melhor defesa do país, que perdeu Miranda, com dores na panturrilha, aos 19. Xandão entrou e manteve o nível.

Como nos ótimos tempos, o Sampa deu a falsa impressão de estar sendo dominado e foi certeiro logo no primeiro tiro. Rogério Ceni já havia feito duas boas defesas quando Hernanes aproveitou rebote de falta mal cobrada por ele mesmo para abrir o placar, com singela colaboração de Abbondanzieri, aos 37.

Na segunda etapa, Jorge Fossati foi lançando mão dos titulares que tinha no banco e o Inter foi crescendo. Mas o consistente São Paulo voltou a tornar evidente um dos maiores trunfos que possui: o contra-ataque.

Aos 16, Hernanes tomou a bola, passou a Dagoberto, que devolveu para que o camisa 10 cruzasse para Fernandão marcar seu primeiro gol com a camisa são-paulina, justo contra seu ex-clube, no estádio em que tanto brilhou.

A partir daí, quando a defesa era batida, lá estava Rogério Ceni. E o São Paulo volta a crescer de um jeito assustador, apesar da inoportuna parada para a Copa do Mundo.

Vai manter o ritmo?

ATUAÇÕES

01 Rogério Ceni Fez quatro defesas difíceis e foi importantíssimo na manutenção do resultado. NOTA 8,5

3 Alex Silva Mais uma atuação impecável comandando a defesa, por cima e por baixo. NOTA 9,0

5 Miranda Jogou apenas 19 minutos e fez dois bons desarmes antes de sair machucado. NOTA 6,0

20 Richarlyson Novamente deslocado para a zaga, jogou sério e foi bem novamente. NOTA 7,5

23 Cicinho Definitivamente, não é o mesmo Cicinho de 2005. Mais preocupado com a marcação, não brilhou. NOTA 5,0

18 Rodrigo Souto Foi o rei dos desarmes no meio campo. Saiu com dores. NOTA 7,0

10 Hernanes Decisivo de novo, marcou mais um gol e deu uma assistência. NOTA 9,0

16 Marlos Mostrou habilidade, mas voltou a cometer um velho erro: optar sempre pela jogada mais difícil. NOTA 5,5

6 Júnior César Teve boa chance de marcar no primeiro tempo. De resto, foi discreto. NOTA 5,5

25 Dagoberto Guerreiro, ajudou no primeiro combate e armou o contra-ataque do segundo gol. NOTA 7,0

15 Fernandão Não brilhou muito com passes magistrais, mas foi muito importante na marcação, soube sair do isolamento e marcou na única chance que teve. NOTA 8,0

13 Xandão Entrou ainda na primeira etapa e manteve o bom nível de Miranda. NOTA 7,5

15 Jean Entrou no meio, teve trabalho na marcação e fez falta boba. NOTA 5,0

7 Jorge Wagner Pouco tempo, quase não apareceu. SEM NOTA

Ricardo Gomes Enfim, parece ter encontrado o time ideal. Foi criticado por parte da torcida quando escalou Richarlyson na zaga, mas o camisa 20 vai muito bem por aquele setor e estabilizou o time. Com a limpeza no elenco, deve ter um grupo fechado para buscar a Libertadores, mas não pode deixar a peteca cair com a parada. NOTA 8,5

Cara de campeão

In Libertadores 2010, SPFC on 20 de maio de 2010 at 16:59

Quartas – São Paulo 2×0 Cruzeiro

Kléber é expulso no primeiro lance, Tricolor brilha, massacra o Cruzeiro e está na semifinal.

Depois da bela vitória são-paulina em Minas Gerais, a vida dos cruzeirenses seria difícil no Morumbi de qualquer maneira.

Com um a menos desde o primeiro minuto de bola rolando, então, seria praticamente impossível bater o São Paulo, ainda mais quando o Morumbi está lotado e em sintonia com o time.

Foi isso que aconteceu. Logo no primeiro lance, (adivinha?) Kléber deixou o braço, atingiu o rosto de Richarlyson e foi imediatamente expulso pelo rigoroso Jorge Larrionda, o mesmo que expulsou o então são-paulino Josué, na final de 2006, diante do Inter.

Com a vantagem numérica, o São Paulo teve espaço, mas também teve organização tática, raça e qualidade técnica para pressionar o atordoado Cruzeiro, que errava lances simples no campo de defesa e presenteava os tricolores com diversas chances de gol.

Henrique, Fabrício, Leonardo Silva…Todos eles entregaram o ouro na saída de bola, mas a galera só explodiu quando Júnior César fez jogada mágica, invadiu a área e cruzou para um chute preciso de Hernanes, aos 23 do primeiro tempo.

Adílson tentou amenizar com a entrada do zagueiro Thiago Heleno na vaga do lateral direito Jonathan, mas não adiantou e o placar só não mudou graças à inspiração do goleiro Fábio.

No intervalo, uma substituição mais ousada: Wellington Paulista no lugar de Fabrício. Nada mudou.

O São Paulo continuou marcando incansalvemente a saída de bola da Raposa, criando chances e levantando a galera, que se deliciava aos gritos de ‘olé’ e ‘o campeão voltou’.

Aos 8, o iluminado Júnior César deu belo lançamento para o diferenciado Fernandão, que escorou de cabeça para Dagoberto matar no peito e encobrir o goleirão com muita categoria.

Daí pra frente, foi só esperar o apito do árbitro e comemorar a classificação à semifinal, que será realizada depois da Copa do Mundo.

O campeão, pelo jeito, voltou!

De saída: Cléber Santana e André Luís, reforços para esta temporada, não fazem mais parte dos planos do Sampa e jogarão no Fluminense. Léo Lima pode ir para os Emirados Árabes e Washington está na mira do Atlético-PR.

ATUAÇÕES

01 Rogério Ceni Noite de folga para o capitão, que não teve trabalho. NOTA 6,0

23 Cicinho Ainda não é o Cicinho de 2005, mas está evoluindo na marcação e crescendo aos poucos no apoio. NOTA 6,0

3 Alex Silva Mais uma atuação muito boa. Continua sem sofrer gols na Libertadores. NOTA 8,5

5 Miranda Assim como Alex, teve atuação muito segura. Que dupla! NOTA 8,5

6 Júnior César Fez uma de suas melhores atuações com a camisa são-paulina. Dribles, velocidade, marcação, joga fantástica no primeiro gol e belo lançamento no segundo. NOTA 9,0

20 Richarlyson Pivô da expulsão de Kléber, começou como terceiro zagueiro, mas logo foi deslocado ao meio. Com seriedade, foi um dos melhores do time. NOTA 8,0

18 Rodrigo Souto Não apareceu muito, mas fez seu papel no meio sem comprometer. NOTA 6,0

10 Hernanes O cérebro do time, todas as bolas passaram por seus pés. Inspirado, marcou, atacou, marcou mais um gol e demonstrou muita raça na comemoração, de novo. NOTA 9,0

16 Marlos Muito ligado no jogo, abusou da velocidade e dos dribles rápidos, criou boas jogadas, mas foi fominha em alguns lances. NOTA 8,5

25 Dagoberto Outra bela atuação. Guerreiro, tentou tanto que uma hora acertou e fez um golaço. NOTA 8,0

15 Fernandão Diferenciado, dá o toque de qualidade que faltava ao ataque. Mais uma assistência. NOTA 8,0

12 Fernandinho Entrou no lugar do cansado Dagoberto, recebeu algumas bolas, mas não criou grandes lances. NOTA 5,0

2 Jean Entrou para que Richarlyson saísse, enfim, aplaudido. SEM NOTA

13 Xandão Entrou no fim, para que a galera aplaudisse Miranda. Pouco tempo. SEM NOTA

Ricardo Gomes Foi ajudado pela expulsão de Kléber. A mudança de posição de Richarlyson deixou o time equilibrado e ajudou o Sampa a massacrar o Cruzeiro. Contestado, mas semifinalista. NOTA 7,5

Tropeço e chiadeira

In Brasileirão 2010, SPFC on 19 de maio de 2010 at 1:13

2ª rodada – São Paulo 1×2 Botafogo

Reservas levam virada no final e Washington sai dizendo que pode deixar o São Paulo. Polêmica na hora errada.

A opção de escalar os reservas para o duelo diante do Botafogo pode ter sido pior que o imaginado.

Além da derrota, que pode trazer problemas na reta final, o clima ficou tenso após o apito final do árbitro Sandro Meira Ricci. Substituído, Washington saiu do gramado afirmando que sua carreira está no fim e que quer jogar, seja no São Paulo ou em outro lugar.

Polêmica criada às vésperas do jogo mais importante do primeiro semestre, que pode significar a tão sonhada vaga às semifinais da Libertadores.

Em campo, Washington e o São Paulo começaram bem e a pressão inicial deu resultado logo aos 8 minutos, quando Jorge Wagner acertou cruzamento e Léo Lima desviou de cabeça, sem chances para o goleiro Jefferson.

Aos poucos, no entanto, o ritmo dos donos da casa foi caindo e as únicas chances que apareciam eram desperdiçadas pelo esforçado camisa 9.

Sem muita inspiração, o Botafogo apostou nos cruzamentos e na qualidade aérea do zagueiro Antônio Carlos, que marcou mais dois gols. No primeiro, o árbitro marcou falta de ataque. Na segunda tentativa, Washington bem que tentou simular um empurrão, mas a cena patética não convenceu  a arbitragem, que validou o gol de empate.

Na etapa final, o jogo ficou chato até que os técnicos resolveram aparecer. Ricardo Gomes queimou o nervoso Wellington e o perseguido Washington de uma só vez, aos 17 minutos, quando colocou Cicinho e Fernandinho na partida. Depois ainda tiraria um aguerrido Marcelinho Paraíba para colocar mais um velocista: Marlos.

Enquanto o São Paulo ficava sem referência, sem aproximação entre meias e atacantes e sem nenhum poder de fogo (exceto pelos chutes de fora da área), Joel Santana enxergava a chance de levar uma vitória ao Rio de Janeiro. Colocou Edno no lugar de Sandro Silva, Marcelo Cordeiro na vaga de Alessandro e, por fim, Renato Cajá no lugar de Lúcio Flávio.

A última substituição foi um golpe certeiro. Aos 42, Renato, que já havia dado trabalho a Rogério Ceni num chute de longe, tabelou com Herrera e desempatou o confronto no Morumbi. Para delírio dos poucos botafoguenses e decepção dos também poucos são-paulinos.

Derrota, erros do treinador, jogador reclamando…

Que maneira de se preparar para uma decisão!

ATUAÇÕES

01 Rogério Ceni Não teve culpa nos gols. Fez uma defesa difícil em chute de Renato. NOTA 6,0

14 Renato Silva Fez falta boba que originou o primeiro gol do Bota. NOTA 5,0

3 Alex Silva Vinha fazendo boa partida até se enrolar com Herrera no lance do gol. NOTA 5,5

20 Richarlyson Na etapa inicial, teve pouco trabalho e arriscou algumas subidas. No segundo tempo, esteve perdido. NOTA 5,5

28 Wellington Mais uma vez, atuou improvisado na lateral. Parecia nervoso, errando muito. Foi substituído. NOTA 4,0

2 Jean Marcou com qualidade e arriscou um bom chute de fora da área. NOTA 6,0

8 Cléber Santana Lento, quase não correu durante a partida. Deu um bom passe para Washington e nada mais. NOTA 4,5

27 Léo Lima O mais lúcido do meio-campo, fez o gol tentou criar oportunidades, mas caiu vertiginosamente no segundo tempo. NOTA 6,0

7 Jorge Wagner Belo cruzamento no gol e boa parceria com Richarlyson. Faltou ajuda. NOTA 6,0

11 Marcelinho Parece mais disposto que antes, ajudando até na marcação. Mais recuado, foi bem na primeira etapa. No segundo tempo, caiu um pouco mas não deveria ter saído. NOTA 6,0

9 Washington Atitude inexplicável no primeiro gol do Botafogo e dois gols perdidos na primeira etapa. No entanto, o time não poderia ficar sem referência. Poderia ter segurado a língua. NOTA 4,0

23 Cicinho Entrou para dar mais agressividade à ala direita, mas pouco apareceu. NOTA 5,0

12 Fernandinho Sem companhia, sua única função era correr e tentar resolver sozinho. Criou uma boa chance. NOTA 5,5

16 Marlos O mesmo que Fernandinho, mas com menos tempo. SEM NOTA

Ricardo Gomes Ao invés de tirar Washington, poderia ter tirado Cléber Santana. O time ficou sem referência, com dois velocistas e dois meias lentos que não se encaixaram. Com poder de fogo nulo, pediu para ser pressionado e acabou tomando o gol. Não foi bem. NOTA 3,5

Fez a diferença

In Libertadores 2010, SPFC on 14 de maio de 2010 at 19:53

Quartas – Cruzeiro 0x2 São Paulo

Fernandão estreia, participa dos dois gols e deixa o brioso Tricolor com um pé na semi!

Os são-paulinos mais otimistas esperavam pela estreia do “Amoroso versão 2010”.

Fernandão pode não brilhar tanto como o artilheiro que passou pelo clube em 2005, mas começou a escrever sua história de maneira bem parecida: chega, joga e decide.

Em dois lances, Fernandão contribuiu diretamente para a belíssima vitória são-paulina no Mineirão. Vitória que obriga os mineiros a vencerem por 3×0 ou 3×1 caso queiram reverter a situação no Morumbi.

Aliás, foram as duas únicas finalizações do Tricolor durante os 90 minutos. A primeira aos 23 da primeira etapa, quando Marlos tabelou com Fernandão e cruzou rasteiro para Dagoberto inaugurar o marcador. A segunda aos 20 do segundo tempo, quando Fernandão deu lindo passe de calcanhar para Hernanes escolher o canto e finalizar com perfeição.

E se o ataque foi 100% eficiente, a defesa, além de competente, também contou com a sorte. Rogério Ceni fez três ótimas defesas, Júnior César tirou uma bola de cima da linha e as duas traves impediram que Roger, que entrou na vaga de Gilberto, diminuísse no segundo tempo.

A arbitragem também ajudou. Aos 30 minutos, Thiago Ribeiro recebeu em condições legais e chutou com força, marcando um belo gol, mas o auxiliar levantou a bandeira e anulou o lance.

Pouco antes, o Sampa já havia sido prejudicado. Inspirado, Fernandão recebeu belo passe de Dagoberto, invadiu a área e foi derrubado por Fábio, em pênalti não marcado graças a mais um impedimento assinalado incorretamente.

O novo camisa 15 foi substituído por Washington aos 34 minutos e mostrou que é diferenciado também fora do campo, ao afirmar que chega para compor o grupo e ajudar o São Paulo, num ato de humildade que anda faltando, por exemplo, ao próprio Coração Valente, que pouco participou da partida.

No fim do jogo, os são-paulinos festejavam com o mais novo hit: “O Mineirão calou…”. Já os cruzeirenses preferiram reclamar do técnico Adílson Batista, que colocou Fábio Santos na vaga de Fabrício quando o time ainda perdia por 1×0. O volante, ex-São Paulo, falho no segundo gol, foi vaiado e anunciou o fim da carreira no vestiário. Que fase…

Cheio de brio, com cara de São Paulo e apostando num jogador diferenciado, o Tricolor está bem próximo da vaga!

ATUAÇÕES

01 Rogério Ceni Grande atuação. Fez pelo menos três grandes defesas, em finalizações de Thiago Heleno, Thiago Ribeiro e Kléber. NOTA 9,0

13 Xandão Muito seguro, destacou-se pelo alto e mostrou muita vontade. NOTA 7,5

3 Alex Silva É o xerifão da defesa tricolor! Com ele, o time ainda não tomou gols na Libertadores. Mais uma atuação impecável. NOTA 9,0

20 Richarlyson Jogando mais recuado, esteve seguro e também esbanjou disposição. Tomou amarelo de bobeira no primeiro tempo. NOTA 7,0

23 Cicinho Apesar da raça, não conseguiu criar nada no setor ofensivo. Ainda está devendo. NOTA 5,0

18 Rodrigo Souto Ajudou a conter as investidas cruzeirenses pelo meio. Boa atuação. NOTA 6,5

10 Hernanes Marcou demais e ainda teve fôlego para chegar ao ataque e marcar seu gol. Decisivo! NOTA 8,0

16 Marlos Cada vez melhor, foi importante de novo, com uma assistência. NOTA 7,0

25 Dagoberto Guerreiro, puxou contra-ataques, fez o seu e participou do segundo. NOTA 7,5

15 Fernandão Decisivo, teve participação fundamental nos dois gols do Sampa. Passe genial no segundo! Chegou o craque? NOTA 9,0

7 Jorge Wagner Perdeu sua vaga com a volta do 3-5-2. Entrou no fim e ajudou a marcar pela esquerda. NOTA 6,0

9 Washington Entrou na vaga de Fernandão e pouco participou do jogo. Ajudou a afastar bolas pelo alto. NOTA 6,0

2 Jean Entrou ligado e teve trabalho, já que o Cruzeiro apostou nas jogadas pela esquerda. Foi um leão nos poucos minutos em que esteve em campo! NOTA 6,5

Ricardo Gomes Apostou na referência na área e deu certo graças a qualidade individual de Fernandão. A volta do 3-5-2 deu resultado, mas o talenfo de Rogério e a sorte também ajudaram. A vaga está próxima. NOTA 7,0

Melhor pro Fla

In Brasileirão 2010, SPFC on 11 de maio de 2010 at 1:45

1ª rodada – Flamengo 1×1 São Paulo

Mistão são-paulino vai bem, cria chances, mas vacila e fica só no empate diante de outro mistão: o do Fla.

Classificados às quartas-de-final de Libertadores, Flamengo e São Paulo escalaram equipes alternativas para o jogo inaugural do Brasileirão 2010.

Justo eles, os dois maiores vencedores da competição, foram obrigados a tirar um pouquinho do brilho da rodada inicial.

Os mistões foram bem e protagonizaram um jogo bem agradável no Maracanã. Bem melhor no primeiro tempo, o São Paulo de Wellington, Xandão, Cléber Santana, Léo Lima, Marcelinho e cia. criou boas oportunidades, inclusive uma bola na trave do capitão Rogério, antes de abrir o marcador, com Washington, após passe do Paraíba.

Mas assim como no duelo contra o Corinthians, na quarta-feira, o técnico Rogério Lourenço soube usar as peças disponíveis no banco. No intervalo, colocou Michael no lugar de Fernando e mudou a cara do time.

Logo aos 6 minutos, Michael deu belo lançamento para Denis Marques, que tocou na saída de Rogério e deixou tudo igual.

Depois do empate, os visitantes voltaram a crescer. Demonstrando tranquilidade e muita qualidade no passe, o time reserva do Sampa chegou a apresentar um futebol mais vistoso que a equipe titular, mas pecou na hora de finalizar.

Primeiro, Washington brigou com a zaga e ficou com o gol escancarado à sua frente, mas chutou fora e reclamou do gramado. No fim, Marlos, titular que entrou na vaga de Marcelinho, também teve grande chance, mas o zagueiro David conseguiu cortar.

Pelas circunstâncias, o empate foi mais saboroso para o Rubro-Negro.

O futebol dos reservas, no entanto, mostra que o Sampa pode ter acertado a mão na montagem de um elenco recheado de bons jogadores.

ATUAÇOES

01 Rogério Ceni No ataque, foi parado pela trave. Poderia estar melhor posicionado no gol flamenguista. NOTA 5,5

28 Wellington Improvisado pela direita, mostrou qualidade e personalidade. Boa promessa de Cotia. NOTA 6,5

13 Xandão Reapareceu depois de longo período afastado. Tranquilo, fez uma boa partida. NOTA 6,5

5 Miranda Teve trabalho com Denis Marques. Primeiro, dormiu no ponto e o time sofreu o empate. Depois, foi preciso no desarme e evitou a derrota. NOTA 5,5

6 Júnior César Não foi efetivo no ataque, mas também não sofreu com Everton Silva. NOTA 5,5

2 Jean Teve a ingrata missão de marcar Petkovic e sofreu com o gringo. NOTA 5,5

20 Richarlyson Provou, de novo, que é muito mais útil no meio. Participou do lance do gol e correu bastante. NOTA 7,5

8 Cléber Santana Boa atuação, com qualidade no passe. Faltou um pouco de velocidade em alguns momentos. NOTA 7,0

27 Léo Lima Começou a jogada do primeiro gol e foi bem na etapa inicial, como meia. Sumiu no segundo tempo e saiu. NOTA 6,0

11 Marcelinho Paraíba Outro que fez um bom primeiro tempo, com direito a assistência para Washington. Parecia mais animado que nas últimas aparições. NOTA 6,5

9 Washington Importante no pivô, deixou sua marca depois de um longo jejum. Perdeu gol incrível no segundo tempo. NOTA 6,5

16 Marlos Entrou ligado, sofreu falta perigosa, criou bom lance pela esquerda, mas acabou perdendo um gol incrível. NOTA 6,0

10 Hernanes Não teve tempo para ajudar. SEM NOTA

23 Cicinho Entrou aos 44 do segundo tempo e pouco participou da partida. SEM NOTA

Ricardo Gomes Soube dosar na escalação do time e mandou a campo uma equipe muito competitiva. Mexeu bem e merecia melhor sorte. NOTA 7,5

Sonho realizado

In SPFC on 8 de maio de 2010 at 21:50

Depois de mais uma longa novela, o São Paulo finalmente anunciou a contratação do atacante Fernandão, sonho antigo da diretoria do clube.

Aos 32 anos, o atleta estava em baixa no Goiás, mas chega com status de grande reforço para a disputa dos mata-matas da Libertadores. Ricardo Gomes, inclusiva, deve escalá-lo entre os 11 titulares já na próxima quarta-feira, no confronto diante do Cruzeiro, pelas quartas-de-final, em BH.

Para finalmente contar com Fernandão em seu elenco, o Sampa teve de ceder o volante Carlinhos Paraíba ao clube goiano até o fim do ano e ainda arcar com os salários do jogador.Além disso, mais R$ 800 mil.

O Esmeraldino queria ainda Léo Lima ou Marcelinho, mas o clube do Morumbi não aceitou.

Admirado por Rogério Ceni, graças a seu espírito de liderança, Fernandão assinou até o fim de 2011 e já foi apresentado, com a camisa 15.

Vai dar certo?

Do inferno às quartas

In Libertadores 2010, SPFC on 8 de maio de 2010 at 20:46

Oitavas – São Paulo (3) 0x0 (1) Universitario

Após 90 minutos de retranca peruana, Rogério pede pênalti mas fecha o gol e garante a vaga.

Como esperado, os peruanos armaram uma retranca de respeito pra cima do São Paulo. Diferente do que se imaginava, o Sampa, que começou novamente sem Washington, não conseguiu furar o bloqueio e a decisão foi para os pênaltis.

No primeiro tempo, a melhor única boa oportunidade foi numa cabeçada de Rodrigo Souto após cobrança de escanteio, que explodiu no travessão de Llontop.

Improdutivo, o Sampa voltou para o segundo tempo com Washington na vaga de Jorge Wagner. Eram praticamente quatro atacantes rondando a área adversária: Marlos, um pouco mais recuado, Dagoberto, Fernandinho e Washington, que novamente melhorou o time.

Mesmo sem chutar em gol, o Coração Valente foi importante, fazendo com eficiência o papel de pivô e tentando servir os velozes companheiros que chegavam de trás, como Cicinho e Dagoberto, que perderam boas oportunidades.

A melhor delas, no entanto, foi logo no princípio da etapa final, quando Dagoberto recebeu de Hernanes pela direita e cruzou para Marlos, que perdeu o gol sozinho, embaixo da trave.

No último lance, Marcelinho Paraíba, nervoso por entrar no fim do jogo só para bater um dos pênaltis, chutou de longe e quase decidiu. Rogério Ceni o faria.

OS PÊNALTIS

O Universitario abriu a série com JUQUINHA, que converteu sua penalidade.

Na sequência, Rogério Ceni, que havia pedido para fazer a primeira cobrança, parou nas mãos do goleiro Llontop em mais uma péssima batida para a sua coleção em 2010.

Abalado pelo erro, o capitão escorou-se na trave e deve ter ordenado a si mesmo: não vai passar mais nada!

E o show começou na cobrança de Alva, numa bela defesa com os pés.

Depois da cobrança perfeita de Hernanes, no ângulo, foi a vez do veterano Galván parar nas mãos do capitão, o que fez com que o pênalti convertido e muito comemorado por Marcelinho colocasse o São Paulo em vantagem.

Na quarta cobrança dos visitantes, Ceni errou o canto, mas contou com a sorte, já que Labarthe chutou para fora.

Então, bastou que Dagoberto marcasse para que a torcida são-paulina finalmente explodisse de alegria no Morumbi, após algumas vaias no tempo regulamentar.

Na próxima fase, o time reencontra o Cruzeiro, algoz de 2009. Se for para os pênaltis, pintou o favorito. Afinal, o capitão comprovou que, pelo menos embaixo das traves, está em forma!

ATUAÇÕES

01 Rogério Ceni Não foi exigido durante o jogo. Na disputa por pênaltis, bateu muito mal, mas foi heroi mais uma vez ao defender dois chutes. NOTA 8,5

23 Cicinho Não fez uma boa partida. Muitos erros e poucas jogadas criadas. Foi substituído. NOTA 4,0

3 Alex Silva Teve pouquíssimo trabalho, mas se virou bem quando exigido. NOTA 7,0

5 Miranda Também teve pouco trabalho e não comprometeu. NOTA 7,0

6 Júnior César Mesmo sem ser brilhante, joga mais que Richarlyson pela esquerda. Tentou chegar ao ataque, mas não conseguiu ser efetivo. NOTA 6,0

18 Rodrigo Souto O melhor do time durante os 90 minutos. Ótimo na contenção, teve bom aproveitamento nos passes e levou o time à frente. Acertou a trave numa cabeçada. NOTA 8,0

10 Hernanes Tentou criar de todas as maneiras, foi valente, mas faltou inspiração. Ótima cobrança de pênalti. NOTA 6,0

7 Jorge Wagner Depois de um primeiro tempo apático, saiu no intervalo. Não esteve bem. NOTA 4,5

16 Marlos Novamente, foi o melhor do trio formado por ele, Dagoberto e Fernandinho. Com velocidade, deu trabalho à defesa, mas acabou perdendo gol feito. NOTA 6,5

25 Dagoberto Quase como um centroavante, não apareceu na primeira etapa. No segundo tempo, mais flutuante, melhorou um pouco. Converteu o pênalti final. NOTA 5,5

12 Fernandinho Sua escalação como titular não faz sentido. Muito pouco produtivo, cansou de ser desarmado pela defesa peruana. NOTA 3,5

9 Washington Apesar de não ser brilhante, teve função importante. Sua entrada mudou a maneira do time jogar. NOTA 6,0

2 Jean Entrou na lateral direita e, no fim, quase entregou o ouro ao adversário. NOTA 4,5

11 Marcelinho Entrou para bater o pênalti e o fez com perfeição. Quase marcou um gol de longe no último minuto. NOTA 6,0

Ricardo Gomes Novamente, tirou a referência do ataque e viu a equipe ter muitas dificuldades para criar oportunidades. Na etapa final, mesmo com Washington, não furou o bloqueio peruano, apesar de chegar mais perto. Foi salvo por Ceni. NOTA 5,0